Três dicas para evitar que seu smartphone seja invadido

 

Cerca de 1 milhão dos 6,3 milhões de apps móveis foram infectados em 2014, diz Symantec. Aprenda 3 maneiras para você não ter seu smartphone invadido e estar dentro das estatísticas

Olhando os dados fornecidos por empresas de segurança, o mundo parece que está na iminência de um apocalipse malware.

De acordo com a McAfee, o número de programas maliciosos superou os 5 milhões no terceiro semestre de 2014. Já a Symantec, apontou que 1 milhão dos 6,3 milhões de aplicativos móveis estavam infectados em 2014.

Menos que 0,5% dos 1 bilhão de dispositivos varridos pelo software de segurança da Google tiveram potencialmente uma aplicação perigosa instalada, de acordo com o relatório de segurança do Android de 2014.

Aplicações nocivas em potencial incluem spyware, ransomware e aplicativos fraudulentos.

A ideia é que smartphones e tablets têm a tendência de carregarem informações mais pessoais do que computadores, por exemplo. O que chamaria maior atenção e esforços de cibercriminosos.

Uma grande parte de softwares maliciosos é encontrada em lojas de aplicativos de terceiros, populares em alguns países que são carregados com versões piratas de software ou cavalos de Tróia.

Embora a Symantec descobriu e analisou 6,3 milhões de aplicativos móveis em 2014, existem apenas cerca de 1,5 milhões de aplicativos na Google Play e menos na App Store da Apple, de acordo com AppFigures, o que significa que dois terços das candidaturas de outras fontes compõem a maioria dos dados.

Tendo no horizonte este volume de dados, recomendamos três passos para você evitar que o seu telefone seja infectado.

1 – Sempre utilize uma loja de aplicativos oficial

Google Play App Store

As lojas Google Play e App Store, da Apple, são verificadas com frequência à procura de softwares maliciosos.

Usuários que baixem aplicativos para seus dispositivos apenas do Google Play, por exemplo, tem uma 0,1% chance de ter uma aplicação potencialmente perigosa comparada ao 0,7% para dispositivos que são baixados fora do Google.

Baixar aplicações de  lojas de aplicativos desconhecidas ou outro sites, dá a cibercriminosos uma abertura para instalar o seu próprio código.

A maioria dessas lojas de aplicativos não funcionam com as mesmas funções de segurança como a Apple e Google.

A Rússia, por exemplo, é a líder de smartphones infectados, com 3.75% de dispositivos contendo uma aplicação perigosa, de acordo com os dados do Google.

Utilizar aplicativos fora de lojas oficiais é um risco em potencial. “Aplicações potencialmente prejudiciais são de 7 a 10 vezes mais propensas a aconteceram fora do Google Play”, disse Adrian Ludwig, líder de engenharia da segurança para Android

2 – Não use o jailbreak (Instalação Manual do Sistema) para o seu telefone

Dispositivos móveis vêm de fábrica com uma série de medidas de segurança internas. Usando programas para remover as restrições tanto de operadoras quanto de fabricantes pode levar a mercados mais livres, mas também prejudica muito a segurança que protege os dispositivos.

A capacidade de manter que os aplicativos acessem dados protegidos e validar aplicações estão desativados em aplicativos desbloqueados por jailbreak.

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Da mesma forma, usuários que desbloqueiam seus aparelhos precisam ter noção do que estão fazendo e confiar na sua própria capacidade proteger seus dados.

3 – Atualize o sistema do seu smartphone – Android, IOS e Windows Phone – frequentemente

Vulnerabilidades, historicamente, não levam ao aumento de ataques a dispositivos móveis. O iOS da Apple era cerca de oito vezes mais vulnerável do que o Android em 2014, mas tem como alvo quase todos os malwares Android, de acordo com a recente Internet Security Threat Report da Symantec.

O setor de software mobile, entretanto, está movimentando rapidamente e desenvolvedores tendem a empurrar a correções de bugs, incluindo problemas de segurança, com bastante frequência.

Por esta razão, usuários deveriam atualizar seus softwares com a maior freqüência possível.

 

 

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